Araçatuba| Igualdade Racial é tema de oficina para assistentes sociais da prefeitura

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Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial realiza oficina para profissionais da Assistência Social de Araçatuba

Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial realiza oficina para profissionais da Assistência Social de Araçatuba

O Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Compir) de Araçatuba realizou, na tarde desta sexta-feira (14), na Casa da Mulher Paulista, a oficina “Crianças e Adolescentes e a Questão Étnica no Suas”, para profissionais da Secretaria Municipal de Assistência Social.

A oficina foi ministrada pelo mestre em Serviço Social e assessor do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (Cress-SP), Julio Cézar de Andrade, que atua como gerente do Serviço de Fortalecimento de Vínculos para Crianças e Adolescentes de 6 a 14 anos no território do Lajeado (SP).

Formado como assistente social e pós-graduado em Direito da Criança e do Adolescente, Andrade é militante do Movimento da Infância e Adolescência e do Movimento Negro, especialista em Família e Sistema Protetivo Infantojuvenil.

TEMAS

Durante a oficina, Andrade apresentou um contexto político e social, o impacto do racismo na vida de crianças, jovens e adultos negros, dados e indicadores de desigualdade e violência contra mulheres, crianças e juventude negra, e ações antirracistas no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Ele também abordou sobre legislação e políticas afirmativas, uso da arte, cultura e literatura negra como ferramentas de trabalho, proteção social básica e especial, perfil racial dos beneficiários e cobertura nacional, a história e o movimento negro, entre outros temas.

Para a secretária municipal de Assistência Social e Participação Cidadã, Marianne Fornageiro, falar sobre racismo na assistência social e em todas as políticas públicas é muito mais do que marcar uma data, como o 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. “Foi um momento de reafirmarmos que as diferenças e desigualdades existem, fazem parte do nosso cotidiano de trabalho e precisam ser vistas e rompidas, garantindo um olhar para o ser humano, independente das diferenças”, completou.

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